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Estocolmo
- Medalhas
Antuerpia, 1920
Paris, 1924
Paris - Medalhas
Amsterdã, 1928
Los Angeles, 1932
Berlim, 1936
Londres, 1948
Helsinki, 1952
Melbourne, 1956
Roma, 1960
Tóquio, 1964 |
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Em
honra a Zeus, a Grécia se reunia a cada quatro anos no Peloponeso, na
confluência dos rios Alfeu e Giadeo, onde se erguia a cidade de Olímpia,
que a partir do ano 776 a.C. cedeu seu nome para aquele que viria a ser
a maior competição esportiva em toda a história da humanidade, os Jogos
Olímpicos - mais tarde, genericamente Olimpíadas - , que teve como primeiro
vencedor o atleta Coroebus, cingido por uma coroa trançada por folhas
de louro, único prêmio e símbolo da maior vitória.
Invadindo a era cristã
(disputava-se a 194a olimpíada, quando nasceu Jesus Cristo), manteve seu
espírito esportivo e seu condão mágico de unir homens fazendo-os disputar
desafios, até o ano 394 d.C., quando o imperador Teodósio II ordenou sua
interrupção, parecendo então condenada ao desaparecimento, a se transformar
em um dado histórico apenas. E por quase 1500 anos (exatamente 1492) foi
assim, até a intervenção de um idealista francês, o Barão Pierre de Cobertin.
A princípio, apenas
homens eram admitidos na disputa, da qual passou a fazer parte, quase
como um símbolo, uma homenagem perpétua dos Jogos à Grécia, a Maratona,
corrida de fundo na distância de 42 quilômetros e 500 metros, a mesma
percorrida por um soldado grego, que a correr levou até Atenas a notícia
da vitória de seu exército na batalha Maratona, cidade da Ática, onde
se combatiam os persas. Dada a notícia, caiu morto, tornando-se sinônimo
da tenacidade.
Atenas foi escolhida
pelo Barão de Cobertin com muita propriedade para a retomada dos Jogos
Olímpicos em 1896, passando a serem conhecidos como os Jogos da Era Moderna.
Uma era que já não dava ao desporto o poder de interromper guerras, mas,
ao contrário, era interrompido por elas. Nestes cem anos, o quadriênio
olímpico silenciou seu toque de reunir nos anos de 1916, 1940 e 1944,
durante a vigência das chamadas Primeira e Segunda Guerras Mundiais.
Dos 13 países que
participaram dos Jogos de 1896, em Atenas, aos 187 países e 10.788 atletas
presentes em Atlanta, na 26a Olimpíada da Era Moderna, mudaram conceitos,
o amadorismo puro foi esquecido, o mercantilismo encontra cada vez mais
espaço, os países investem milhões de dólares em suas delegações, os Jogos
são a melhor vitrine que os participantes poderiam ter e a máxima do Barão
de Cobertin (Importante é competir, não vencer) está cada vez mais esquecida.
Mas, após cada Olimpíada,
o mundo nunca mais é o mesmo.
Fonte: Texto
gentilmente cedido por Gisele k Pereira
Biblioteca Virtual
- STI
Olimpíadas
I-
Conceituação
Jogos Olímpicos - ou Olimpíadas- é um conjunto de provas esportivas de
caráter mundial, disputadas de 4 em 4 anos em cidades escolhidas debater
as que se candidatam com antecedência de 6 anos, junto ao Comitê Olímpico
Internacional ( C.O.I. ).
Pode participar dessas provas qualquer atleta ou equipe representando
país filiado ao C.O.I., desde que obedeça as normas estabelecidas pelos
regulamentos olímpicos e pelas leis que regem os respectivos esportes.
Atualmente, são 19 esses esportes: atletismo, basquete, boxe, canoagem,
esgrima, ciclismo, futebol, ginástica, halterofilismo, hipismo, hóquei
na grama, iatismo, judô, luta, natação, pentatlon moderno, remo, tiro
e vôlei. A cada país organizador é dado o direito de incluir 2 esportes
não olímpicos no programa oficial.
Os jogos olímpicos Modernos- que começaram a se celebrar em 1896 são na
verdade, uma nova versão dos festivais esportivos que os gregos realizavam,
também de 4 em 4 anos, na antiga Élida na honra de Zeus e de outros deuses
q8ue habitavam o Olimpo. Dessa versão modernizada resultaram outras, inclusive
a dos Jogos Olímpicos de Inverno.
II-
Os jogos na Antiguidade
As origens dos antigos jogos pan-helênicos perderam-se no tempo e frequentemente
se confundem com a lenda . Uma das versões sobre a 1ª competição olímpica
apoia-se na fantástica história segundo a qual Áugias, rei de Élida, inconformado
com o cheiro que saía dos seus currais, encarregou Hércules de limpa-los.
O herói, a quem a lenda atribuiu espantosa força, simplesmente desviou,
com as próprias mãos, o curso do rio Alfeu, fazendo a água passar por
onde pastavam 3 mil bois. Como Áugias não ficasse satisfeito com a solução,
os dois tiveram uma desavença, Hércules matou-o e em seguida instituiu
os jogos para penitenciar-se perante aos deuses.
III-
Decadência e extinção
Com a denominação romana da Grécia e da Macedônia, no século II a.C.,
a cultura e os costumes helênicos, entre os quais a tradição dos jogos
foram sendo assimilados pelos romanos. No entanto, as competições entraram
e permanente e contínua decadência, por diversos motivos.
O principal foi o próprio temperamento do povo romano, que não cultuavam
o esporte com espírito quase religioso dos gregos.
Os romanos, na verdade, preferiam aos torneios atléticos o circo, onde
os gladiadores lutavam pela vida em espetáculos bárbaros. Ao tempo de
Augusto, já havia 21 circos em Roma. Esse total triplicaria nas duas décadas
seguintes, enquanto não havia mais do que dois ginásios como os que os
gregos mantinham em Esparta e Atenas.
Para os romanos, os jogos olímpicos não passavam de inofensivos e insiptos
por meios esportivos que pouco a pouco foram perdendo o interesse. Até
que em 393 d.C. Teosódio I ( imp. 379-395 ), responsável pela matança
de 10 mil escravos gregos, sublevados em Tessalonica, pediu perdão a Ambrósio,
bispo de Milão prometendo em troca converter-se ao catolicismo. Ambrósio
concedeu o perdão ao imperador, exigindo que ele concordasse em extinguir
todas as festas e cerimônias pagãs, entre as quais os jogos olímpicos.
IV-
O renascimento
Pierre de Fredy, barão de Coubertin ( 1863-1937 ), tornou-se o renovador
dos jogos olímpicos, reinstituindo-os 16 séculos depois de sua extinção.
Amante dos esportes e admirador dos métodos de pedagogia adotados por
Thomas Arnold, na Inglaterra, Coubertin lançou, em 1894, numa reunião
na Sorbonne, a idéia de reviver a antiga tradição grega, através da qual
esperava unir os povos.
Em 1894, apoiado pelo americano William Sloane e pelo inglês Charles Herbert,
e contando com a presença de representantes de 15 países, fundou o C.O.I.,
organismo que até hoje controla todo o mundo olímpico. Dois anos depois,
realizava-se em Atenas e 1ª disputa dos jogos olímpicos da era moderna.
V-
Os jogos de hoje
Desde o seu renascimento, com interrupções apenas durante as duas guerras
mundiais, os jogos olímpicos tem-se realizado de 4 em 4 anos, cada vez
com maior êxito. Em 1896, em Atenas, 13 países estiveram representados
põe um total de 285 atletas. Em 1972, em Munique, o número de países chegava
a 121, enquanto o de atletas ia a 8.500.
Se, por um lado, esse crescimento representa a vitória do ideal olímpico
moderno, por outro gera, no mundo dos esportes, uma série de problemas
que os estudiosos atribuem ao próprio gigantismo dos jogos. Em primeiro
lugar, torna-se cada vez mais difícil organizá-los, pelo altíssimo investimento
financeiro que representam ( os alemães ocidentais gastaram cerca de 630
milhões de dólares com os de Munique ). Depois, pela importância que a
vitória noa campos do esporte passou a ter em termos de prestígio político.
Finalmente, por outros problemas mais gerais, como o doping e o falso
amadorismo.
Mas alguns dos princípios olímpicos, lançados por Coubertin, ou por aqueles
que o sucederam, têm sido mantidos. Oficialmente, os jogos continuam restritos
a atletas amadores. O direito de organizá-los é concedido a uma cidade,
nunca um país. Não se contam pontos por países. Ao atleta campeão é concedido
uma medalha de ouro; ao segundo lugar, uma medalha de prata; ao terceiro,
uma medalha de bronze. Os que tiraram de quarto a sexto lugar ganham diplomas
especiais. Em apenas 4 modalidades de esportes se reconhece recordes olímpicos:
atletismo, natação, tiro e halterofilismo. Os jogos nunca podem durar
mais de 16 dias, do desfile de abertura à festa de encerramento. Não se
permite publicidade de espécie alguma, nos cartazes, boletins informativos
e programas oficiais, ou em material usados pelos atletas.
A bandeira olímpica - cinco anéis entrelaçados, nas cores azul, vermelho,
verde, amarelo e preto, sobre o fundo branco- foi concebida por Coubertin
e representa os cinco continentes nas cores com as quais se podiam cobrir,
em 1920 - quando foi asteada pela primeira vez -, as bandeiras de todas
as nações olímpicas. Sob o patrocínio do comitê internacional, celebram-se
jogos regionais: pan-americanos, asiáticos, do mediterrâneo, bolivarianos,
centro-americanos, ibero-americanos. Contra o C.O.I., que punira a Indonésia
por haver impedido a participação de Israel nos IV Jogos Asiáticos, celebraram-se
em Djacarta, por iniciativa pessoal do presidente Sukarno, os I Jogos
das Novas Forças Emergentes, destinados a substituir, eventualmente, os
jogos olímpicos. Mas os segundos jogos, marcados para Pequim, jamais se
realizaram.
VI
- Atenas, 1896. A primeira olimpíada
Os primeiros jogos Olímpicos contaram com a participação de 13 países
e 285 atletas. Realizados no Estádio Olímpico de Atenas- réplica dos antigos
estádios gregos, foram uma festa esportiva improvisada dentro dos poucos
recursos da época. Tiveram no norte-americano James B. Connllv, vencedor
do salto triplo, o seu primeiro campeão. Mas o grande herói foi mesmo
o grego Spridon Loues, vencedor da maratona, prova de longa distância
criada especialmente para os jogos olímpicos modernos.
- A
primeira olimpíada teve competições em 9 esportes;
- O
futebol foi cancelado por falta de participantes.
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| -
Pela primeira vez a expressão "Vila Olímpica" é usada para designar os
alojamentos construídos para os participantes.
Recordes
Esporte: Atletismo
Atleta: Harold Abrahamor
País: Grã-Bretanha
Prova: 100 m
Tempo: 10 s
Recorde: Olímpico
XIII
- Amsterdã, 1928
Os IX jogos olímpicos tiveram 46 países e 3.015 atletas participantes.
Nunca até então, as mulheres tinham representado papel tão importante
nas competições. Nas provas de atletismo atraíram tanto a atenção do público
como os famosos campeões masculinos. Mas os holandeses organizaram os
jogos com dificuldades, dispondo de poucos recursos financeiros. Destaques
das competições: os corredores finlandeses ( Nurmi ainda entre eles),
mais uma vez Weissmuller e as corredoras canadenses.
- Mikio
Oda, vencedor no salto triplo, foi o primeiro oriental a ganhar uma medalha
de ouro em olimpíada;
- Amsterdã
instituiu a chegada da tocha olímpica e o acender de uma pisa como parte
da cerimônia de abertura.
XIV-
Los Angeles, 1932
Os X jogos olímpicos tiveram 37 países e 1.408 atletas participantes.
O mesmo problema de 1904 - a dificuldade que os europeus tinham para mandar
equipes números à América - voltaram a contribuir para que o número de
inscrições baixassem. Com tudo isso, o êxito técnico foi indiscutível.
Os norte-americanos remodelaram seu belo estádio - o Coliseu de Los Angeles
- especialmente para a ocasião. Acusado de profissionalismo, Paavo Nurmi
foi impedido de tentar sua 4ª Olimpíada como campeão. E o destaque acabou
sendo uma mulher, a norte-americana Babe Didrikson, ganhadora de 2 medalhas
de ouro, ambas como recordes mundiais no atletismo.
XV-
Berlim, 1936
Os XI jogos olímpicos tiveram 49 países e 4.069 atletas participantes.
Em pleno apogeu do nazismo na Alemanha, eles foram transformados num gigantesco
instrumento de propaganda do regime, com o próprio Hitler acompanhando
de perto todos os detalhes da organização. Os alemães superaram em tudo
os patrocinadores anteriores. Mas não colheram os melhores resultados,
como esperavam. Foram os negros norte-americanos os heróis dos jogos,
para frustração do Führer, que viu James Cleveland, dito Jesse Owens,
ganhar quatro medalhas de ouro , desmentindo a propala superioridade da
raça ariana. Os negros venceram quase todas as provas de atletismo.
XVI-
Londres, 1948
Os XIIV jogos olímpicos tiveram 59 países e 4.468 atletas participantes.
Na opinião da maioria dos observadores, os efeitos da guerra ainda eram
muito acentuados para que uma competição esportiva de caráter mundial
se realizasse com êxito. Apesar disso, os ingleses esmeraram-se na organização.
O jovem decatleta norte-americano Bob Mathias e a veterana corredora holandesa
Fanny Blankerskoen foram duas figuras destacadas. Mas pouco resultados
técnicos chegaram a ser registrados.
XVII-
Helsinki, 1952
Os XV jogos olímpicos tiveram 69 países e 5.867 atletas participantes.
Organização perfeita, assistência técnica moderníssima, hospitalidade
e muita ordem caracterizam o trabalho dos finlandeses. Os jogos marcaram
o ingresso da URSS no mundo olímpico. E estenderam, até o campo do esporte,
a "guerra fria" da política internacional. O maior nome dos jogos foi
Emil Zatopek, vencedor de três provas de fundo, excepcional corredor checo
apelidado de "a locomotiva humana:".
XVIII-
Melbourne, 1956
Os XVI jogos olímpicos tiveram 67 países e 3.184 atletas participantes.
As provas de hipismo devido à quarentena que as autoridades australianas
determinavam para os cavalos vindos do exterior cumpriram-se em Estocolmo.
A organização foi, da mesma forma, elogiável, apesar dos sacrifícios que
o país teve de suportar para concluí-la segundo os planos. O brasileiro
Ademar Ferreira da Silva, que já brilhava em Helsinki, confirmou seu título
no salto triplo, tornando-se bi-campeão olímpico.
XIX-
Roma, 1960
Os XVII jogos olímpicos tiveram 84 países e 5.396 atletas participantes.
Foram um espetacular acontecimento turístico e, como os dois jogos anteriores,
um êxito de organização. Pela primeira vez os norte-americanos perderam
para os soviéticos no total de medalhas. No entanto, dois atletas dos
EUA Wilma Rudolph, sprinter, e Ralph Boston, que bateu o recorde de Jesse
Owens no salto em distância foram os heróis dos jogos, assim como o alemão
Armin Hary, outro velocista, e as atletas soviéticas.
XX-
Tóquio, 1964
Os XVIII jogos olímpicos tiveram 94 países e 5,565 atletas participantes.
Superaram os de Roma em organização e introduziram definitivamente a tecnologia
no esporte. O etíope Abebe Bikila tornou-se o primeiro na história a sagrar-se
bi-campeão da maratona. A australiana Dawn Fraser, campeã de nado livre,
e o jovem norte-americano Don Schollander, que obteve quatro medalhas
de ouro, tornaram-se os novos fenômenos da natação universal. Yoshinori
Sakai, o atleta japonês que carregou a tocha olímpica na solenidade de
abertura, nasceu perto de Hiroshima no exato dia em que ali foi atirada
a bomba atômica. Os japoneses o usaram como seu símbolo.
XXI-
Cidade do México, 1968
Os XIX jogos olímpicos tiveram 109 países e 6.082 atletas participantes.
Organizados pelos mexicanos com tremendas dificuldades financeiras, levaram
a um protesto de estudantes. Em vários sentidos os jogos foram tumultuados.
Além de manifestações e choques com estudantes nas ruas, com violenta
intervenção policial, houve o protesto dos negros norte-americanos, alguns
deles do grupo denominado Black Power, que erguiam punhos com luvas negras
a cada vitória alcançada. O norte-americano Al Oerter, branco, tornou-se
primeiro atleta a sagrar-se tetra-campeão olímpico, no lançamento do disco.
Pela primeira vez na história dos jogos olímpicos coube a uma mulher carregar
a tocha olímpica: a atleta Norma Enriqueta Basílio.
XXII-
Munique, 1972
Os XX jogos olímpicos tiveram 121 países e 8.500 atletas participantes.
Os alemães voltaram a dar exemplo de organização gigantesca. Instalações
perfeitas, gastos fantásticos, alojamentos de primeira ordem. Destacado
de todos os outros com o recorde de sete medalhas de ouro, o nadador norte-americano
Mark Spitz foi o campeão entre os campeões. Houve algumas surpresas, como
a vitória soviética no basquete e a Polônia n futebol. e mais um registro
trágico: o sequestro e assassinato de 11 atletas de Israel por membros
do grupo terrorista árabe Setembro Negro.
XXIII-
Montreal, 1976
Os XXI jogos olímpicos tiveram 89 países e 9.564 atletas participantes,
com destaque para as exibições da ginasta romena Nadia Comaneci e da equipe
de ginastas russas lideradas por Ludmila Turischeva. Na natação masculina
dominaram os norte-americanos, em todos os títulos; na feminina, as representantes
da Alemanha oriental. como os jogos de Munique, também os de Montreal
foram afetados por problemas políticos, relacionados com República da
China e com a Nova Zelândia, contra cuja participação se opuseram as grandes
nações negras e norte-africanas, além do Iraque e da Guiana
XXIV-
Moscou, 1980
Os XXII jogos olímpicos tiveram 81 países e 5.748 atletas participantes.
Foram marcados por um fato extra-esportivo, o boicote proposto pelos EUA
em protesto contra a invasão do Afeganistão pelos soviéticos. Além dos
EUA, não compareceram a Moscou delegações da Alemanha ocidental, Japão
e vários outros países. Com isso, o panorama esportivo foi denominado
pela URSS e Alemanha oriental, que arrebanharam 320 das 629 medalhas.
O Brasil conquistou duas medalhas de ouro, no iatismo e duas medalhas
de bronze no salto triplo e revezamento 4 X 200 m, na natação.
XXV-
Los Angeles, 1984
Os XXIII jogos olímpicos tiveram cerca de 7.800 atletas participantes
e um número recorde de 140 países. No entanto foram prejudicados pelo
boicote soviético, que afastou 15 países socialistas das competições.
A URSS alegou que a autoridades norte-americanas estavam fazendo dos jogos
uma arena política e não garantiam a segurança dos atletas. Os EUA foram
os grandes vencedores, com 174 medalhas, seguidos pela Alemanha ocidental,
com 59. O atleta que mais se destacou foi o norte americano Carl Lewis,
que ganhou quatro medalhas de ouro. O Brasil conquistou uma medalha de
ouro, cinco de prata e duas de bronze, no judô.
XXVI-
Seul, 1988
Os XXIV jogos olímpicos realizaram-se de 17 de setembro a 2 de outubro,
e tiveram mais de 9.600 atletas participantes, provenientes da nada menos
de 160 países. Em solidariedade à Coréia do Norte, que se afastou dos
jogos por não lhe ser permitindo sediar parte deles, Cuba boicotou o evento,
enquanto o Nicarágua declinou do convite devido à sua situação política
interna. Os países que mais ganharam medalhas foram a URSS, a República
Democrática Alemã e os EUA. Ao brasil couberam seis medalhas, sendo uma
de ouro, duas de prata e três de bronze.
s, que ganhou quatro
medalhas de ouro. O Brasil conquistou uma medalha de ouro, cinco de prata
e duas de bronze, no judô.
XXVII-
Barcelona, 1992 A
história do esporte mudou definitivamente nos Jogos Olímpicos de Barcelona.
A máscara do amadorismo, que exigia dos atletas a hipocrisia de fingir não
ter patrocínios e profissão, enfim caiu.
O Comitê
Olímpico Internacional admitiu a presença de atletas profissionais de
todas as modalidades e permitiu o surgimento do Dream Team, o time de
basquete masculino americano que ganhou o ouro com Michael Jordan e Magic
Johnson.
Barcelona
bateu todos os recordes de participação. Foram 7.108 homens e 2.851 mulheres,
de 172 países. Os Jogos também viram o último capítulo da União Soviética,
batizada de CEI, que ainda terminaram em segundo lugar, com 102 medalhas
(45 de ouro). Os norte-americanos somaram 108, mas com apenas 37 vitórias.
O Brasil levou 198 atletas e voltou a ganhar duas medalhas de ouro, além
de uma outra de prata.
Pela
primeira vez em 40 anos, os Jogos foram realizados sem problemas políticos,
ainda que encontrasse um país-sede dividido entre espanhóis e catalães,
o que exigiu o hasteamento de duas bandeiras e o entoar de dois hinos
diferentes na cerimônia de abertura. Nenhum atleta fez protesto político.
XXVIII-
Atlanta, 1996
Os 100
anos do Movimento Olímpico não poderiam ter sido comemorados de forma
mais contraditória. Embora Atlanta tenha tido o privilégio de sediar as
maiores e mais sofisticadas Olimpíadas da história, a submissão dos membros
do Comitê Olímpico Internacional à máquina norte-americana da Coca-Cola
foi um capítulo nebuloso.
Não
bastasse isso, os Jogos viveram seu segundo ato de "terrorismo", com a
explosão de uma bomba no superlotado Parque Olímpico, que matou duas pessoas
e trouxe o medo de volta ao cenário olímpico.
Atlanta
ultrapassou a barreira e organizou 17 dias de Jogos, que reuniram o recorde
absoluto de 10.750 atletas e 197 países. A previsível vitória norte-americana
no quadro geral de medalhas, com 101 de ouro, misturou-se à incrível confusão
gerada por falhas constantes em todo o sistema de informática. Pela primeira
vez, 52 diferentes nações chegaram à medalha de ouro. Costa Rica, Equador
e Síria enfim subiram no lugar mais alto do pódio. Hong Kong faturou sua
primeira e última medalha de ouro, já que passou a integrar a China em
97.
Não
faltaram estrelas e emoções. A final dos 100m foi tão extraordinária que
o namíbio Frankie Fredericks, derrotado pelo jamaicano Donovan Bailey,
fez um tempo suficiente para levar o ouro em quaisquer outras Olimpíadas.
O mesmo
aconteceu nos 800 metros, onde o quarto colocado, o cubano Norberto Tellez,
fez tempo superior a todos os antigos campeões olímpicos. No campo dos
fenômenos, certamente o velocista norte-americano Michael Johnson conseguiu
ser mais rápido do que Donovan Bailey. O jamaicano correu com velocidade
média de 36,26 km/h para marcar o novo recorde mundial dos 100 metros,
enquanto Johnson chegou à incrível média de 37,23 km/h para vencer os
200.
Johnson
tornou-se o primeiro atleta da história a faturar o ouro olímpico nos
200 e 400 metros nos mesmos Jogos. E ainda por cima com recordes
mundiais nas duas corridas. Cinco semanas antes de Atlanta, Michael conseguira
quebrar o recorde dos 200m do italiano Pietro Menea, o mais antigo do
atletismo, ao correr em 19s72. Nas Olimpíadas, cravou 19s66 e deixou adversários
boquiabertos. "Eu achava que o homem mais veloz do mundo era o campeão
dos 100m, mas hoje acredito que ele está sentado ao meu lado", declarou
Ato Boldon, durante a entrevista coletiva.
O atletismo
produziu ainda duas estrelas. A francesa Marie-José Pérec, que também
faturou o ouro nos 200 e 400 metros, e o veterano Carl Lewis, vencedor
do salto aos 35 anos. Foi sua nona vitória olímpica em quatro Olimpíadas
consecutivas.
Curiosa
façanha veio com a também jamaicana Merlene Ottey. Ao chegar em terceiro
no revezamento 4x100, ela se tornou a primeira mulher a ganhar cinco medalhas
de bronze (em quatro Jogos). Outra atleta, a nadadora norte-americana
Jenny Thompson, somou cinco medalhas de ouro em sua carreira e igualou
o feito da esquiadora Bonnie Blair como a atleta dos Estados Unidos com
maior número de vitórias olímpicas.
Os Jogos
evidenciaram supremacias bem conhecidas. Os oito primeiros colocados nos
10 mil metros masculinos foram africanos. Nada menos que 11 dos 12 medalhistas
do tênis de mesa eram asiáticos.
No campo
das emoções, nada mais ilustrativo do que o então recordista mundial do
salto em extensão, o norte-americano Mike Powell. Ele se contundiu na
quinta tentativa e foi para o último salto mancando. Fez um esforço para
embalar e caiu de rosto na caixa de areia, entre lágrimas de dor e decepção.
"Nunca me senti mais ferido na mente, no corpo e no coração",avaliou ele,
que nunca mais competiu. Outra decepção ficou para o britânico Linford
Christie, que queimou duas vezes a largada na final dos 100m, acabou eliminado
e se recusou a abandonar a raia.
Fora
das pistas e quadras, um certo Richard Jewell virou duas vezes notícia.
Quando a bomba de fabricação caseira explodiu no Parque Olímpico, resultando
na morte de duas pessoas, o policial se transformou numa celebridade por
salvar centenas de outras vítimas. Dias depois, Jewell terminou como o
vilão da história, responsabilizado por ele próprio ter colocado a bomba.
Para
o Brasil, Atlanta só teve boas recordações. Pela primeira vez, a equipe
brasileira somou 15 medalhas numa única edição e pela primeira vez saímos
com três novos campeões olímpicos. O iatismo confirmou Robert Scheidt
e a dupla Torben Grael/Marcelo Ferreira como as melhores do mundo e o
estreante vôlei de praia deram uma inédita medalha de ouro para o esporte
feminino nacional. Melhor ainda, realizou a primeira final olímpica totalmente
verde-e-amarela da história, já que Jacqueline e Sandra venceram na decisão
Mônica e Adriana.
A prata
coroou as carreiras de Hortência e Paula no basquete, com direito a idolatria
até dos norte-americanos. Gustavo Borges também garantiu um segundo lugar
nos 200m e, com outro bronze nos 100m, saiu de Atlanta como o atleta nacional
que mais subiu ao pódio olímpico em todos os tempos.
O bronze
foi uma surpresa para o 4x100m do atletismo, para o judoca Henrique Guimarães
e para a equipe de saltos do hipismo. Confirmou, por seu lado, a competência
de Lars Grael no iatismo, do judoca Aurélio Miguel, do nadador Fernando
Scherer e do ascendente vôlei feminino. Mas não evitou a frustração do
futebol masculino, que perdeu talvez a maior chance de conquistar o único
triunfo que lhe falta. Na semifinal contra a Nigéria, vencíamos por 3
a 1, antes de ceder o empate e perder a vaga na final na "morte súbita".
O tabu fica para ser vencido em Sydney.
XXIX-
Sydney, 2000
Com obras grandiosas
em estilo futurista, a Austrália mostrou que é muito mais do que um lugar
exótico e remoto, habitado por surfistas, aborígenes e cangurus. Some-se
a isso o esforço do Comitê Olímpico Internacional para apagar da memória
o fiasco dos últimos Jogos, em Atlanta, onde os computadores pifaram e
a organização virou um caos. Os australianos conseguiram nada menos que
a perfeição.
Para isso, os australianos
começaram cedo. Ao todo foram nove anos de preparação - dois quando Sydney
ainda era um das cidades candidatas a sediar os Jogos Olímpicos e mais
sete depois que ela venceu a disputa - e um investimento de 3,4 bilhões
de dólares.
Resumo
de todos os dias da competição
Show
na Abertura dos Jogos. Com a entrada de cavaleiros e amazonas, ao som
de trompetes, e o hino nacional da Austrália, interpretado por Julie Anthony,
foi aberta a Cerimônia da Olimpíada de Sydney.
Nikki
Webster, uma menina de 13 anos personagem central do espetáculo, simbolizou
na praia, com a presença dos aborígenes, um sonho que se transformou na
formação das lendas e história da Austrália. Com muitos recursos técnicos
e mais de 2.000 figurantes que dançaram e cantaram com a forte presença
do público, que participou ativamente dos festejos, os Australianos deram
um espetáculo inesquecível de competência, amor ao esporte e cidadania.
A
delegação Olímpica Brasileira entrou no Stadium Austrália ao som de "Aquarela
do Brasil" e a porta-bandeira da delegação foi a atleta do vôlei Sandra
Pires. Outro destaque da delegação brasileira foi o tenista Gustavo Kuerten.
A
primeira medalha de ouro nas Olimpíadas saiu na prova do tiro feminino,
modalidade carabina de ar 10 metros. A atleta norte-americana Nancy Johnson
foi a vencedora. A prata ficou com a sul-coreana Kang Cho-hyun e o bronze
com a chinesa Gao Jing.
O
Basquete Feminino Brasileiro estreou também com vitória, ao vencer a Eslováquia
por 76 a 60.
Com
um tempo de 2h40s, a suíça Brigitte McMachon surpreendeu e levou o ouro
na prova de Triatlo Feminino. Uma das favoritas, a australiana Michellie
Jones ficou com a prata e outra suíça, Magali Messmer, ficou com a medalha
de bronze.
Entre
as brasileiras, apenas Sandra Soldan completou a prova chegando na 11ª
posição, com o tempo de 2h3m19s.
O
Vôlei Feminino Brasileiro, venceu fácil a seleção do Quênia por 3 sets
a zero, parciais 25-8, 25-11 e 25-13, numa partida que durou 55 minutos.
Já o Futebol Feminino perdeu para a Alemanha por 2 a 1.
| A
primeira medalha do Brasil saiu na Natação Masculina. Gustavo
Borges, Fernando Scherer, Edvaldo Valério e Carlos Jayme garantiram
a medalha de bronze na prova do revezamento 4 x 100. A medalha
de ouro ficou com os Australianos e a de prata com os Estados
Unidos. |
Com
essa medalha, Gustavo Borges passou a ser o brasileiro com mais medalhas
olímpicas: quatro. Ganhou prata nos 100m livre em Barcelona/92, prata
nos 200m livre e bronze nos 100m livre em Atlanta/96.
O
nadador Fernando Scherer desistiu de competir nos 100m livre devido ao
seu problema no tornozelo, deixando a missão para Gustavo Borges. Scherer
vais disputar os 50m.
As
primeiras provas de natação dos Jogos de Sydney viram duas quebras de
recordes olímpicos. Nos 400 m livre masculino, o australiano Ian Thorpe
estabeleceu a nova marca, com 3min44s65, enquanto a holandesa Inge de
Bruijn, nos 100m borboleta, marcou 57s60. Os dois também são os recordistas
mundiais das provas.
A
ginasta canadense Emile Fournier, 17, teve sua perna esquerda fraturada
durante uma seção de treinamento e ficará fora dos Jogos Olímpicos. A
atleta deverá ser substituída por Crystal Gilmore.
A
Equipe Brasileira de Atletismo fez ontem (15/09) treinos leves na pista
de aquecimento do Estádio Olímpico de Sydney, sob o comando dos técnicos
Jayme Netto e Nélio Moura. A modalidade de atletismo estréia nos Jogos
no dia 21.
O
Handebol Feminino começou bem a sua participação nos Jogos. As meninas
do Brasil venceram a seleção Australiana por 32 a 19.
A
dupla feminina de Vôlei de Praia, Sandra Pires e Adriana Samuel, venceram
a seleção de Cuba por 15 a 4. Em outra partida, Adriana Behar e Shelda
fizeram 15 a 3 contra as búlgaras Tzvetelina e Petia Yanchulova, e deram
um show na praia de Bondi Beach. A partida durou apenas 25 minutos.
O
Brasil voltou a vencer no Tênis de Mesa em duplas. Hugo Hoyama e Carlos
Kawai derrotaram os checos Petr Korbel e Josef Plachy por dois sets de
21 a 17. O próximo desafio dos brasileiros pode ser os poloneses Lucjan
Blaszczyk e Tomasz Krzeszewski.
No
Ciclismo, apesar do esforço da australiana Michelle Ferris na prova dos
500m contra o relógio, o ouro ficou com a francesa Felicia Ballanger,
que quebrou o recorde mundial da prova. O terceiro lugar ficou com a chinesa
Jiang Cuihua.
O
atleta Sanderlei Parrela viajou ontem para Sydney, junto com seu técnico
Luis Alberto de Oliveira, com a esperança de ainda poder disputar a prova
dos 400 m, para a qual está classificado. Alguns membros da Comissão Antidoping
do COI chegarão a Sydney hoje. O presidente da CBAt, Roberto Gesta, se
reunirá com eles para obter uma resposta sobre o caso antes do dia 21
- início das provas de atletismo.
A
equipe norte-americana feminina de revezamento 4x100m livre (natação)
quebrou o recorde mundial da prova, com o tempo de 3min36s61. A antiga
marca pertencia às nadadoras da China e havia sido conquistada em 1994.
No
Futebol Masculino, o Brasil perdeu de 3 a 1 para a seleção da África do
Sul e ficou em situação difícil. Terá obrigação de vencer o Japão na próxima
partida, se não quiser ficar com sua classificação comprometida nos Jogos
de Sydney.
Daniele
Hypólito é finalista da Ginástica Artística. A brasileira, de apenas 16
anos é uma das três atletas mais baixinhas presentes em Sydney, ficou
em 31° lugar na classificação geral e estará entre as 36 atletas que disputarão
a final a partir das 5 horas da madrugada desta quinta-feira.
O
Judoca paulista Tiago Camilo, de apenas 18 anos, faz uma campanha brilhante
e conquista a segunda medalha do Brasil nos Jogos de Sydney. Ele faturou
a medalha de prata, perdendo para o italiano Giuseppe Maddaloni na final.
Tiago
Camilo é o mais jovem brasileiro a conquistar uma medalha olímpica em
modalidades individuais.
O
Canoísta brasileiro Cássio Petry está fora da disputa por medalhas nos
Jogos de Sydney. Ele foi desclassificado na prova de slalom após as duas
baterias realizadas na madrugada de ontem. O atleta terminou a prova em
14° lugar, e apenas os 12 primeiros se classificam para a segunda fase.
A
nadadora holandesa Inge de Brujin confirmou favoritismo e venceu a prova
dos 100m borboleta. Além do ouro, ela bateu o recorde mundial, com o tempo
de 56s61.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei não encontrou dificuldades em sua
partida de estréia e venceu a Austrália por 3 sets a 0. As parciais foram
25/13, 25/14 e 25/21. Nos dois primeiros sets o Brasil manteve-se a frente
do placar. Fechou o primeiro em 18 minutos, o segundo em 19 minutos e
o terceiro em 24 minutos.
A
brasileira Maria Elizabete Jorge, 43 anos, terminou em décimo lugar na
prova de Levantamento de Peso. Apesar de não conquistar uma medalha, o
reconhecimento do público, que a aplaudiu depois de sua atuação, foi um
valioso prêmio de consolação, que pode motivar a veterana atleta a sonhar
com a Olimpíada de Atenas, em 2004.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei confirmou seu favoritismo diante
das australianas: venceu por 3 sets a 0 e sem dificuldades, o duelo com
as anfitriãs dos Jogos. As parciais foram 25/13, 25/18 e 25/17.
Cuba
comemora a sua primeira medalha de ouro do país nesta Olimpíada. A Judoca
Legna Verdecia, venceu a japonesa Norito Narasaki, campeã mundial, na
categoria 52 kg.
Hugo
Hoyama vence novamente na estréia do torneio masculino individual de Tênis
de Mesa. Ele derrotou o canadense Kurt Liu por 3 a 0. Já a brasileira
Lígia Silva perdeu para a romena Otilia Badescu.
O
velocista brasileiro Sanderlei Parrela foi liberado para disputar a prova
dos 400m. A participação do atleta, que havia sido pego no exame antidoping,
dá uma injeção de ânimo em toda a equipe de Atletismo em Sydney. Agora
o Brasil passa a ter mais chances de conquista de medalhas na Olimpíada.
Finalmente
a primeira vitória brasileira no Boxe. Valdemir Pereira, o Sertão, venceu
o australiano James Swan por 8 a 4, em combate realizado no Exhibition
Centre de Sydney. Para conquistar o ouro, Sertão precisa vencer mais quatro
combates no torneio. Seu próximo adversário será o turco Ramazan Palyani.
O confronto acontece sábado, dia 23.
A
dupla brasileira do Tênis de Mesa, integrada por Hugo Hoyama e Carlos
Kawai, foi derrotada no torneio masculino dos Jogos de Sydney. Os brasileiros
perderam para os poloneses Lucjan Blaszczyk e Tomasz Krzeszewski. Hugo
Hoyama continuará disputando apenas o torneio individual.
O
Basquete Feminino perdeu para a seleção da Austrália por 81 a 70. Segundo
o técnico Antônio Barbosa, o fator decisivo foi a instabilidade da Seleção
Brasileira. O próximo compromisso das meninas é na madrugada de quinta-feira
(0H30) contra a seleção do Senegal.
O
remador brasileiro Anderson Nocetti não conseguiu se classificar, na repescagem,
para as semifinais do skiff simples. Nocetti chegou em terceiro lugar.
O holandês Gerard Egelmeers venceu a prova seguido pelo eslovaco Jean
Zyska.
A
atleta brasileira naturalizada americana, Gabrielle Rose, conseguiu se
classificar para a final dos 200m medley. Gabrielle, que é filha de brasileira,
representou o Brasil nos Jogos de Atlanta, em 1996, mas não havia conseguido
ir para a final. Pelos EUA, conquistou o sétimo melhor tempo na semifinal.
A
equipe brasileira do revezamento 4x200m livre nadou muito mal em sua eliminatória
e não entrou na final da modalidade dos Jogos. A equipe vencedora foi
a norte-americana.
Gustavo
Kuerten venceu fácil o tenista Christophe Pognon, de Benin, em pouco mais
de meia hora. O brasileiro marcou 2 sets a 0, parciais 6/1 e 6/1.
O
nadador americano Lenny Krayselburg conquistou a medalha de ouro nos 100m
nado costas e bateu o recorde mundial com o tempo de 53s72. O segundo
lugar ficou com o australiano Mathew Welsh e o alemão Stev Theloke ficou
com o bronze.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei derrotou o Egito por 3 sets a 0,
parciais 30/28, 25/10 e 25/21. Mesmo assim, a equipe encontrou um adversário
bem mais complicado do que se esperava no princípio. Nesta partida, o
atacante Tande estreou, depois de ter sido poupado na partida contra a
Austrália.
A
nadadora da Romênia Diana Mocanu marcou um novo recorde mundial nos 100m
nado costas, com 1min0s21. A romena ganhou a medalha de ouro, vencendo
a final no Centro Aquático Internacional de Sydney.
A
terceira medalha do Brasil, saiu das mãos do judoca Carlos Honorato, na
categoria Peso Médio, ele ganhou a medalha de prata. Inicialmente Honorato
foi a Sydney para ser reserva da equipe brasileira. Com a contusão do
atleta Edelmar Branco Zanol, Carlos Honorato teve a sua oportunidade e
soube aproveitá-la.
Honorato,
26 anos, começou bem nos Jogos ao derrotar na estréia o indonésio Krisna
Bayu, com um ippon por imobilização. Seguiram-se mais três vitórias até
o final. Mesmo derrotado, Honorato comemorou a prata como o maior troféu
de uma carreira com altos e baixos.
Mais
uma vitória das meninas do Futebol, desta vez derrotando a seleção da
Austrália e classificando-se para as semifinais. O placar foi de 2 a 1
para as brasileiras. A atacante Kátia Cilene, deixou o gramado chorando,
e as lágrimas no rosto explicaram o empenho do time para conquistar a
classificação. O outro gol do Brasil foi marcado por Raquel aos 10 minutos
do 1° tempo.
O
nadador Eric Moussambani, da Guiné Equatoriana, na África, emociona Sydney
e torna-se um símbolo dos Jogos Olímpicos. O atleta de 22 anos participou
da 1ª eliminatória, bateria disputada pelos nadadores com os piores tempos.
Além de Moussambani, estavam escalados o nigeriano Karim Bare e Farkhood
Oripov, do Tadjiquistão. Os outros dois queimaram a largada e foram desclassificados.
Sozinho
na piscina, o nadador percorreu ida e volta lentamente, mostrando a habilidade
de quem aprendeu a nadar em janeiro deste ano (foi sua primeira vez em
uma piscina de 50 metros). A cada braçada, os espectadores não paravam
de aplaudir.
Ao
sair da piscina, Moussambani, exausto, foi tratado pelo público como se
fosse um dos campeões da casa. Seu tempo foi de 1min52s72, enquanto que
o recorde da prova, cravado pelo holandês Pieter van den Hoogenband foi
de 47s84.
A
Seleção Brasileira masculino de Futebol sofreu e conseguiu vencer o Japão
pelo magro placar de 1 a 0. Alex fez o gol aos 4 minutos do primeiro tempo.
No
Iatismo, os brasileiros Kiko Pelicano e Maurício Santa Cruz, da classe
mistral, permanecem em 10° lugar na classificação geral, com 39 pontos
perdidos.
O
ciclista alemão Jens Lehmann, depois de cair aos prantos com a conquista
da medalha de ouro na competição por equipes, comove o público em Sydney:
ele desceu do pódio e beijou a pista do Velódromo Dunc Gray, logo depois
da premiação.
A
equipe Brasileira de Hipismo encerrou sua participação no Concurso Completo
de Equitação em sexto lugar. Uma colocação surpreendente diante do 15°
lugar alcançado em Atlanta/96. O resultado também é o melhor do Brasil
nessa modalidade em toda a história dos Jogos.
Gustavo
Kuerten avança para as oitavas-de-final do torneio olímpico de Tênis.
Hoje de madrugada, ele derrotou o alemão Rainer Schuttler com um duplo
6/4 em uma partida relativamente fácil. Seu próximo adversário será o
croata Ivan Ljubicic, 90° colocado no ranking mundial de Entrada e o 82°
no ranking da Corrida dos Campeões da ATP.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei derrotou a Holanda por 3 sets a
zero. Parciais de 25/20, 25/17 e 27/25.
A
ginasta brasileira Daniele Hypólito fez história na final individual por
aparelhos em Sydney, encerrada hoje, às 8 horas da manhã (horário de Brasília).
Ela terminou em 21° lugar, com 37.337 pontos, melhor colocação de uma
brasileira em Olimpíada. A Romênia levou as três medalhas: ouro (Andreea
Raducan), prata (Simona Amanar) e bronze (Maria Olaru), confirmando o
título por equipes do dia anterior.
As
duplas brasileiras de Vôlei de Praia Feminino continuam indo bem em Sydney.
Na madrugada de hoje, as duplas Adriana Behar/Shelda e Sandra/Adriana
venceram com tranquilidade os seus jogos e se classificaram para as quartas-de-final,
que serão disputadas no sábado.
Sandra
e Adriana venceram a dupla portuguesa por 15 a 6. Adriana Behar e Shelda
venceram as alemãs por 15 a 9. No sábado elas enfrentarão uma dupla da
casa, formada pelas australianas Gooley e Manser.
O
Cavaleiro brasileiro Roberto Macedo, do Concurso Completo de Equitação,
sofreu uma queda ao participar de uma prova da categoria individual. Montando
Fricote, o cavaleiro caiu ao saltar um obstáculo e acabou sendo atingido
pelo animal. Roberto fraturou a bacia e seu estado geral é bom.
A
Seleção Brasileira feminina de Handebol sofreu a primeira derrota em Sydney.
Na madrugada de hoje, a equipe foi derrotada pela Áustria por 45 a 26.
As austríacas, medalha de bronze no último mundial, conseguiram a primeira
vitória.
O
maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima embarca amanhã para Sydney para
disputar a segunda Olimpíada da carreira. Em Atlanta/96, ele terminou
a maratona em 47° lugar. Agora Vanderlei sonha com uma medalha.
O
boxer brasileiro meio-médio ligeiro Kelson Pinto estreou com vitória,
nocauteando no quarto assalto, o paquistanês Ghulan Shabbir. O próximo
adversário de Kelson Pinto será o campeão mundial de 99, Abdullaev Mahamadkadyz,
do Uzbequistão.
Começou
ontem à noite a batalha para definir quem é o homem mais rápido do mundo.
A prova dos 100m rasos, a mais importante do atletismo, concentrou todas
as atenções no primeiro dia da modalidade nos Jogos Olímpicos. A grande
surpresa foi a eliminação do atual campeão olímpico, o canadense Donovan
Bailey. Mal recuperado de uma forte gripe, ele chegou em último lugar
na terceira prova da segunda fase eliminatória, tendo praticamente abandonado
a prova a partir da metade do percurso.
O
americano Maurice Greene, recordista mundial e grande favorito ao ouro,
não forçou o ritmo e fez 10s10 na segunda eliminatória. O melhor tempo
do dia foi 10s04, marcado por Ato Boldon, de Trinidad e Tobago e Obadele
Thompson, de Barbados.
Três
brasileiros disputaram as eliminatórias dos 100m rasos. Enquanto Raphael
Oliveira foi eliminado logo na primeira rodada, Vicente Lenílson Lima
e Cláudio Sousa conseguiram chegar à segunda eliminatória, onde foram
eliminados com os tempos de 10s28 e 10s47 respectivamente.
A
americana Marion Jones começou bem a sua tentativa de entrar para a história
dos Jogos, com a conquista de cinco medalhas de ouro. Jones iniciou seu
desafio pessoal com as eliminatórias dos 100m rasos, uma de suas especialidades.
Na segunda eliminatória da prova, disputada no início da manhã de hoje,
ela marcou o tempo de 10s83 e conseguiu a melhor marca do dia.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei manteve aproveitamento de 100% na
Olimpíada. Na madrugada de hoje, a vítima foi a Croácia, derrotada por
3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/23 e 25/23. Com o resultado, a quarta
vitória em quatro jogos, a equipe permanece na liderança do Grupo A e
se mantém como a única que ainda não perdeu nenhum set.
No
Vôlei de Praia Masculino, a dupla Emanuel e Loiola perdeu para os espanhóis
Diez e Bosma por 17 a 16 e deram adeus aos Jogos Olímpicos.
O
controle do jogo foi dos brasileiros durante boa parte do tempo e pareciam
caminhar para uma vitória tranquila, mas os espanhóis endureceram e empataram
em 10 a 10. Mais tranquilos, os espanhóis fizeram o ponto decisivo e acabaram
com o favoritismo da dupla do Brasil.
A
Seleção Brasileira feminina de Basquete voltou a jogar mal e sofreu a
segunda derrota em quatro jogos na Olimpíada. Demonstrando instabilidade
emocional, a equipe perdeu na madrugada de hoje para a França, na prorrogação,
por 73 a 70, após empate em 63 pontos no tempo normal.
No
Vôlei de Praia Feminino o Brasil já é no mínimo, medalha de prata. Com
a suada vitória de Adriana Behar e Shelda, por 15 a 11 sobre as japonesas
Takahashi e Saiki, o Brasil carimbou passaporte para a grande final, que
será realizada às 14h desta segunda-feira, dia 25 de setembro, ( 00h de
Segunda, em Brasília ), na arena de Bondi Beach. Na decisão, Behar e Shelda
vão enfrentar as australianas Cook e Pottharst, que derrotaram Adriana
Samuel e Sandra Pires na outra semifinal. Adriana e Sandra brigam pelo
bronze em confronto com as japonesas, às 12h de segunda (22h do domingo,
dia 24 de setembro, horário de Brasília).
A
Seleção Brasileira masculino de Futebol dá vexame e está eliminada da
Olimpíada de Sydney. Os brasileiros perderam para a Seleção dos Camarões
por 2 a 1, com um gol na prorrogação com morte súbita. Lamentável.!!
A
japonesa Naoko Takahashi levou o ouro na prova da Maratona Feminina, disputada
hoje a noite, e estabeleceu um novo recorde olímpico para a competição.
A atleta completou a prova em 2h23min14s, superando o antigo recorde de
2h24min52s, da norte-americana Joan Benoit, em Los Angeles/84.
O
segundo lugar ficou com a romena Lidia Simon, que fez o tempo de 2h23min22s.
O bronze ficou com a queniana Joyce Chepchumba, com o tempo de 2h24min45.
As grandes favoritas ao ouro, a queniana e recordista mundial Tegla Loroupe,
e a etíope Fatuma Roba, abandonaram a prova antes da metade da competição.
A
Seleção Brasileira feminina de Futebol apesar de ter feito a melhor apresentação
dos últimos anos e dominado o jogo, foi derrotada pelos Estados Unidos
por 1 a 0, na semifinal disputada neste domingo, dia 24, em Canberra.
Agora, resta a chance de disputar o inédito bronze, dia 28, contra a Alemanha,
que perdeu para a Noruega, na outra semifinal realizada em Sydney. Brasileiras
e alemães voltam a se encontrar. Na primeira fase, vitória da Alemanha
por 2 a 1.
A
dupla Zé Marco e Ricardo já garantiu neste domingo, dia 24, o melhor resultado
do Brasil no torneio olímpico de vôlei de praia masculino. Em pouco mais
de meia hora, os brasileiros venceram por 15 a 5 a semifinal contra Ahmann
e Hager (Alemanha) e vão enfrentar os americanos Blant e Fonomoiana na
disputa pelo ouro, na terça-feira, dia 26, às 14h (0h do mesmo dia, horário
de Brasília), na quadra principal da arena montada em Bondi Beach.
Atletismo
- 110m c/barreiras - Márcio Simão se classificou na eliminatória com o
21o. tempo, com 13s70. Na segunda eliminatória marcou 13s71 e acabou eliminado.
400m - semifinal - Sanderlei Parrela se classificou para a final marcando
45s17.
400m c/barreiras - Eronides Araújo se classificou para a semifinal marcando
50s06.
Basquete Feminino - Brasil 60 x 61 Canadá (31/28) - O Brasil ficou em
terceiro lugar na fase classificatória. Nas quartas-de-final enfrentará
a Rússia.
Boxe - Categoria até 63,5kg - Kelson Carlos perdeu para Mahamadkadyz Abdullaev
(UZB) por nocaute técnico e foi eliminado.
Ciclismo - Montain Bike - Renato Seabra não completou a prova. Ele terminou
na 43a. colocação.
Iatismo - Mistral Mas - Ricardo Winick ficou na 15a. colocação final.
Ele foi 21o. na décima rodada e 26o. na décima-primeira e última regata.
Mistral Fem - Christina Mattoso ficou na 26a. colocação final. Na décmia-primeira
e última regata ela ficou em 28o. lugar.
470 Mas - Alexandre Paradeda e André Fonseca ocupam a 23a. colocação geral.
Na sétima regata eles foram 27o. e na oitava regata 25o.
470 Fem - Maria Krahe e Fernanda Oliveira ocupam a 18a. colocação. Na
sétima regata elas ficaram em 17o. lugar e na oitava em 15o. lugar.
Tornado - Maurício santa Cruz e Henrique Pelicano terminaram a competição
na 11a. colocação. Na décima-primeira e última regata eles ficaram em
11o. lugar.
Nado Sincronizado - Dueto técnico - Isabela e Carolina de Moraes terminaram
em 13o. lugar.
Tênis - Dupla Fem - Vanessa Menga e Joana Cortez 2/6, 3/6 Petra Mendula/Katalin
M.Aracama (Hungria). A dupla brasileira foi eliminada.
Vôlei Feminino - Brasil 3 x 1 Estados Unidos (25/17, 20/25, 25/15, 25/15).
O Brasil terminou em primeiro lugar do grupo A. Nas quartas-de-final,
dia 26, o Brasil enfrentará a Alemanha, quarta colocada do grupo B.
O
Vôlei de Praia Feminino é medalha de prata e de bronze. Apesar da frustração
pela derrota na disputa do ouro, Adriana Behar e Shelda ficaram com a
medalha de prata, e Sandra e Adriana Samuel com a de bronze.
A
dupla Adriana Samuel e Sandra festejou muito a façanha. Na decisão do
terceiro lugar, disputada na arena de Bondi Beach, elas derrotaram com
facilidade as japonesas Yukiko Takahashi e Mik Saiki por 2 sets a 0, com
parciais de 12/4 e 12/6, em pouco mais de meia hora de jogo.
A
outra dupla brasileira formada por Adriana Behar e Shelda, tricampeã mundial
e favorita absoluta ao ouro, foi surpreendida na final pelas australianas
Cook e Pottharst, que venceram na madrugada de hoje por 2 sets a 0, parciais
de 12/11 e 12/10.
O
mais importante é que as quatro brasileiras mostraram garra, competência,
talento e acima de tudo, amor à camisa do Brasil. Parabéns meninas.
No
Tênis, o brasileiro Gustavo Kuerten foi eliminado, no início da madrugada
de hoje, ao perder para o russo Yevgeny Kafelnikov por 2 sets a 0, parciais
6/4 e 7/5. Apesar da decepção, Guga mostrou tranquilidade e disse que
adorou a experiência de participar de uma Olimpíada.
O
brasileiro Sanderlei Parrela chegou em quarto lugar na final dos 400m
rasos, prova realizada hoje de manhã, por volta das 6h30, e que foi vencida
com facilidade pelo super-astro americano Michael Jonhson, com o tempo
de 43s84. O corredor brasileiro largou bem e até fez boa prova, chegando
sozinho na quarta colocação.
O
brasileiro Cassius Duran, de 21 anos, fez história no salto ornamental,
ao se classificar para a semifinal da prova do trampolim de 3 metros.
Ele ficou em 14° lugar entre 49 competidores. Foi a primeira vez que um
brasileiro foi tão longe.
Duran
teve performance excelente, marcando 382,08 pontos e terminando na frente
de outros 35 competidores. Apenas os 18 primeiros conseguiram passar à
próxima fase.
O
Vôlei de Praia masculino também é prata nos Jogos Olímpicos de Sydney.
A dupla formada por Zé Marco e Ricardo, cotada para ficar com o título,
perdeu a chance de dar a primeira medalha de ouro para o Brasil ao perder
a final no início da madrugada de hoje. A dupla perdeu para os americanos
Dain Blanton e Eric Fonoimoana por 2 sets a 0, parciais de 12/11 e 12/9.
A medalha de bronze ficou para a dupla alemã Axel hager e Jorg Ahman por
12/9 a 12/5.
A
final do torneio masculino de Futebol vai ser disputada entre Espanha
e Camarões, sexta-feira à noite. Hoje em Sydney a Espanha bateu os Estados
Unidos por 3 a 1, enquanto em Melbourne Camarões venceu o Chile por 2
a 1, de virada.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei venceu a Alemanha por 3 a 0, parciais
de 25/22, 25/18 e 25/17, mesmo resultado da vitória de Cuba sobre a Croácia.
Agora o Brasil enfrentará a seleção de Cuba, pelas semifinais na próxima
quinta-feira.
O
queniano Paul Tergat conquistou a medalha de prata nos 10.000m. O campeão
foi o etíope Haile Gebselassie. Paul Tergat já é conhecido do público
brasileiro, pelas suas participações e vitórias na Corrida Internacional
de São Silvestre.
Os
brasileiros Guto Campos e Sebastian Cuattrin classificaram-se na madrugada
de hoje para a semifinal da canoagem de velocidade no K-2 1000, no Penrith
International Regatta Centre. Os dois voltam à raia quinta-feira, em busca
de um lugar na final. Na eliminatória de hoje, eles fizeram o sétimo tempo,
com 3min21s228.
No
Iatismo, os brasileiros Torben Grael e Marcelo Ferreira seguem firmes
na liderança da classe Star. Ontem à noite e no início da madrugada de
hoje, foram disputadas a quinta e sexta regatas da competição e os brasileiros
terminaram na liderança com 13 pontos perdidos, sete a menos que os vice-líderes,
os barcos da Austrália e de Bermundas.
As
ciclistas brasileiras Cláudia Carceroni e Janildes Fernandes não deram
sorte no ciclismo de estrada. Cláudia terminou a prova em 44° lugar, 17min48s
atrás da holandesa medalha de ouro, Leontien Zijlaard. Janildes, bronze
no Pan-Americano de Winnipeg-99, chegou na 49ª colocação.
A
australiana Cathy Freeman levou a medalha de ouro na prova dos 400m rasos.
A corredora aborígene, vestida dos pés à cabeça com uma roupa especial,
completou a prova em 49s11. A prata ficou com a jamaicana Lorraine Grahan
e o bronze com a britânica Katharine Merry.
Com
uma cesta da pivô Alessandra a 1s4 do fim da partida, a Seleção Brasileira
feminina de Basquete venceu a seleção da Rússia por 68 a 67. Foi uma vitória
histórica, com as brasileiras jogando como heroínas e colocando o Brasil
nas semifinais dos Jogos Olímpicos. Agora as brasileiras encaram mais
uma vez a seleção a Austrália.
A
atleta brasileira Maurren Higa Maggi, grande esperança do atletismo brasileiro
feminino, terminou sua última tentativa no salto em distância deitada
sobre a areia. A atleta sentiu uma fisgada na coxa direita no começo de
sua arrancada e sequer chegou a realizar o salto.
Maggi
ficou por alguns segundos no chão sentindo muitas dores, até ser levantada
com o auxílio dos prestativos fiscais de prova. Oficialmente, Maurren
teve apenas dois saltos. Ainda não se sabe a gravidade da contusão da
atleta.
O
velocista Claudinei Quirino garantiu hoje, às 6 horas, sua classificação
à semifinal dos 200m rasos, sem forçar a barra. Ele venceu sua série na
primeira eliminatória (20s70) e chegou em terceiro lugar na segunda tentativa,
com o tempo de 20s24, seu segundo melhor tempo no ano.
Já
o atleta Hudson de Souza ficou de fora da final dos 1.500m. Ele chegou
em oitavo lugar numa das semifinais com o tempo de 3m14s.
A
norte-americana Marla Runyan disputou a primeira eliminatória dos 1.500m
rasos e conseguiu passar às semifinais da prova. A atleta tem apenas 10%
da sua capacidade visual. A legislação dos Estados Unidos a considera
como cega.
No
tênis, Venus Williams cumpriu as previsões e faturou a medalha de ouro
em Sydney. Na final, disputada no início desta madrugada, ela venceu sem
grandes problemas a russa Elena Dementieva por 2 sets a 0, parciais de
6/2 e 6/4. Venus não terá muito tempo para comemorar, já que ainda hoje
à noite ela faz a decisão no torneio de duplas.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei amarelou e ficou fora das semifinais
da Olimpíada de Sydney. Depois de uma campanha impecável na fase de classificação,
com cinco vitórias em cinco jogos, a equipe decepcionou ao perder para
a rival Argentina por 3 a 1, parciais de 17/25, 25/21, 25/19 e 27/25.
Agora, como em Atlanta-96, a equipe brasileira está fora da disputa por
medalhas e pode alcançar no máximo o quinto lugar.
Quatro
anos depois de sua primeira medalha olímpica, a equipe brasileira de Hipismo
repetiu o resultado de Atlanta e, na madrugada de hoje, ficou com o bronze
nos Jogos de Sydney. O resultado foi conseguido no sufoco - através de
um desempate contra a equipe da França - e com uma grande atuação do cavaleiro
Rodrigo Pessoa, o número 1 do mundo.
A
equipe brasileira foi formada por Rodrigo Pessoa, Luiz Felipe Azevedo,
André Johannpeter e Álvaro de Miranda Neto, o Doda.
A
norte-americana Marion Jones faturou mais um ouro em Sydney. Com uma velocidade
impressionante comparada ao desempenho de suas adversárias, Marion conquistou
hoje de manhã a medalha de ouro, sua segunda na Austrália, nos 200m rasos
para mulheres. A corredora já havia faturado o ouro nos 100m e ainda é
promessa de pódio também nos 4x100, 4x400 e salto em distância.
Ela
completou a prova em 21s84, 43 décimos à frente da segunda colocada, a
corredora de Bahamas, Pauline Davis-Thompson, medalha de prata.
O
grego Konstantinos Kenteris surpreende favoritos e ganha prova dos 200m
rasos. O grego fez o tempo de 20s09. A prata ficou com o britânico Darren
Campbell (20s14) e o bronze foi para o corredor de Trinidad & Tobago,
Ato Boldon (20s20).
Claudinei
Quirino terminou a prova em sexto (20s28), à frente dos americanos Coby
Miller e John Capel Júnior. Claudinei ainda terá chance de medalha no
revezamento 4x100m.
A
atleta brasileira Maurren Higa Maggi ficará pelo menos quatro semanas
longe das pistas. Este é o prazo que o chefe médico do COB, João Grangeiro,
calcula para que a atleta se recupere de uma ruptura de um músculo da
coxa direita, causada quando ela corria para seu terceiro salto na madrugada
de ontem.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei reviveu na manhã de hoje o pesadelo
de Atlanta-96. Depois de estar vencendo Cuba por 2 sets a 1 e ficar com
a partida nas mãos, o time caiu de produção e acabou derrotado novamente
por 3 a 2, parciais de 27/29, 25/19, 21/25, 25/19 e 15/09. Só resta ao
time agora brigar pelo bronze, amanhã, contra os Estados Unidos. Cuba
e Rússia vão fazer a final.
A
Seleção Brasileira feminina de Futebol perdeu nesta madrugada a chance
de ficar
com o bronze nos Jogos de Sydney. As meninas do Brasil voltaram a perder
para a Alemanha, desta vez por 2 a 0, e repetiram na Austrália o quarto
lugar conquistado em Atlanta-96.
Foi
uma melancólica despedida do time brasileiro, que será todo reformulado
daqui para frente, inclusive sua comissão técnica.
A
Noruega conquistou sua primeira medalha de ouro em Sydney ao vencer hoje
os EUA por 3 a 2, no torneio de Futebol Feminino. No tempo normal houve
empate por 2 a 2. Mellgren fez o gol da vitória na prorrogação com morte
súbita, aos 12 minutos.
Após
um dia positivo, o brasileiro Robert Scheidt encostou no britânico Ben
Ainslie e está mais perto da medalha de ouro na classe Laser. Nas duas
regatas realizadas nesta madrugada na Baía de Rushcutters, ele foi primeiro
colocado em uma e quinto na outra. Agora, apenas quatro pontos o separam
do primeiro colocado. As duas últimas regatas serão disputadas hoje, a
partir das 22 horas.
Carmen
Carolina, a única representante do Brasil no taekwondo, não teve sorte
no sorteio de sua primeira adversária. Pegou logo de cara a italiana Cristina
Corsi, atual campeã européia da categoria até 57 kg, e perdeu por 5 a
2, em luta realizada ontem. Como Corsi acabou não avançando na competição,
Carmen não conseguiu vaga na repescagem e está fora dos Jogos de Sydney.
A
equipe brasileira de Ginástica Artística Desportiva está na final do torneio
nos Jogos de Sydney e vai brigar por medalha. A classificação das meninas
foi definida nesta madrugada em exercício realizado no Pavilhão 3 do Parque
Olímpico. O Brasil conseguiu o sétimo lugar na prova de conjunto e garantiu
sua presença entre os oito países finalistas, que se enfrentarão novamente
no sábado, a partir das 5h30.
A
Seleção Brasileira feminina de Handebol está fora da luta por medalhas
na Olimpíada. Na madrugada de hoje, a equipe brasileira perdeu para a
Coréia do Sul por 35 a 24, após derrota parcial no primeiro tempo por
19 a 12. Agora só resta ao Brasil disputar o torneio de consolação, que
definirá do 5° ao 8° lugares.
Na
madrugada de hoje, as irmãs americanas Serena e Venus Williams atropelaram
as holandesas Kristie Boogert e Miriam Oremans, vencendo a decisão por
2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/1. Foi simplesmente um show. Venus
pôs no peito sua segunda medalha de ouro olímpica, já que, no dia anterior
havia faturado também o torneio individual de tênis.
Quatro
anos depois de ter perdido o ouro da classe Laser do iatismo em Atlanta,
o inglês Ben Ainslie se vingou do brasileiro Robert Scheidt na madrugada
de hoje. O iatista inglês jogou sujo, atrapalhando o caminho do
iatista brasileiro e faturou a medalha de ouro. Apesar das reclamações,
Robert Scheidt ficou com a medalha de prata.
Depois
da sensacional vitória sobre a Rússia por apenas um ponto nas quartas-de-final,
a equipe brasileira feminina de basquete abusou do direito de errar e
acabou derrotada pela Austrália por 64 a 52, na madrugada de hoje, dando
adeus à chance de disputar a segunda final olímpica consecutiva.
A
meninas agora vão tentar o bronze amanhã, às 4 horas, contra a Coréia
do Sul que perdeu na outra semifinal para os EUA por 78 a 65. Austrália
e EUA decidem o ouro.
O
Brasil ainda tem uma última chance de conseguir uma medalha de ouro no
atletismo dos Jogos de Sydney, amanhã, a partir das 6 horas no revezamento
4x100m. Os velocistas brasileiros fizeram bonito na segunda semifinal
da prova e garantiram passagem para a final, chegando em 2° lugar, atrás
de Cuba, com o tempo de 38s27.
O
Brasil correu na semifinal com Vicente Lenílson de Lima, Edson Luciano
Ribeiro, André Domingos e Claudinei Quirino.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei perdeu para a Holanda e terminou
sua participação nos Jogos de Sydney na 6ª colocação.
No
Iatismo, os brasileiros Torben Grael e Marcelo Ferreira da classe Star,
após terem queimado a largada da última série, ficaram com a medalha de
bronze.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei garantiu a medalha de bronze, ao
vencer a equipe dos Estados Unidos por 3 sets a 0 em uma bela partida.
Parciais de 25/18, 25/22 e 25/21.
Não
mostrando sinal de abatimento pela derrota sofrida para Cuba na semifinal,
as meninas do vôlei entraram em quadra dispostas a trazer a medalha de
bronze para o Brasil; e conseguiram.
Após
uma dramática partida contra a seleção da Espanha, o time de Camarões
conquistou a medalha de ouro no futebol. A seleção espanhola, com dois
jogadores a menos, esteve vencendo a partida por 2 a 0. Camarões empatou
e levou a partida à prorrogação, que terminou também empatada. Nos pênaltis
os africanos venceram por 5 a 3.
| No
Atletismo, a equipe de revezamento 4 x 100m do Brasil conquistou
a medalha de prata na manhã deste sábado. Claudinei Quirino, que
fechou a prova, estava em terceiro quando pegou o bastão, mas
conseguiu ultrapassar o cubano que vinha em segundo e garantiu
a sexta medalha de prata do Brasil nos Jogos de Sydney.
A
equipe foi composta por Vicente Lenílson de Lima, Edson Luciano
Ribeiro, André Domingos e Claudinei Quirino. |
A
Selação brasileira Feminina de Basquete é medalha de bronze nos Jogos
de Sydney. As meninas mostraram garra e venceram a Coréia do Sul por 84
a 73 na prorrogação.
O
último atleta a completar a marcha atlética dos 50 quilômetros foi aclamado
pelos 94 mil espectadores do estádio olímpico. O britânico Chris Maddocks
completou a prova uma hora depois do campeão, o polonês Robert Korzeniowski.
" Foi a coisa mais emocionante que já senti", confessou Maddocks, que
teve problemas no tendão-de-aquiles.
A
competição de nado sincronizado por equipes serviu para quebrar um tabu.
Desde Los Angeles-84 a equipe dos Estados Unidos vinha acumulando medalhas
nessa modalidade. Na história, foram cinco de ouro e duas de prata. Em
Sydney, as norte-americanas defendiam o ouro, mas ficaram com o quinto
lugar.
Cento
e cinco atletas largaram na maratona masculina, evento que encerrou os
Jogos Olímpicos de Sydney, neste domingo, 1 de outubro. Destes 105, 81
terminaram a prova, sendo que o vencedor foi o etíope Abera Mezehgne,
com 2h10m11s. Dos três brasileiros que largaram, apenas um completou o
percurso de 42,195 km: Vanderlei Cordeiro de Lima, na 75a. colocação (o
recorde de Vanderlei é 2h08m31s). "Senti muitas dores na perna esquerda,
principalmente a partir do km 30", explicou Vanderlei (até então ele estava
entre os 35 primeiros). Éder Moreno Fialho e Osmiro Souza e silva, que
também largaram, não conseguiram completar o percurso.
Depois
de completar com perfeição o percurso na primeira etapa do dia (sem faltas),
o brasileiro Rodrigo Pessoa, montando Baloubet du Rouet, foi eliminado
do torneio de hipismo dos Jogos de Sydney na parte da tarde. O conjunto
cometeu duas infrações, sofreu sete pontos de penalidade e não conseguiu
superar um dos obstáculos na parte da tarde (o cavalo refugou três vezes).
O brasileiro André Johannpeter também não conseguiu medalha, ao cometer
mais quatro pontos na parte da tarde. Ele somou oito pontos e ficou com
uma das cinco melhores colocações do torneio, mas sem chance de lutar
pelos três primeiros lugares.
Com
uma gigantesca queima de fogos que começou sobre o Estádio Olímpico e
prosseguiu até a Baía de Sydney, cruzando os céus da cidade por mais de
trinta minutos, terminou a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos
de Sydney-2000.
Pouco
antes, foi a vez do maior símbolo da Olimpíada se apagar. Após 15 dias
ardendo sobre o Estádio Olímpico, em Sydney, foi apagada a pira olímpica.
Ao lado da queima de fogos, foi o ponto alto e de maior simbologia da
cerimônia.
O
fogo se extinguiu enquanto um caça da força aérea australiana fez um vôo
rasante sobre o estádio.
No
início da cerimônia, discursaram o presidente do Comitê Organizador dos
Jogos de Sydney, Michael Knight, e do Comitê Olímpico Internacional (COI),
o espanhol Juan Antonio Samaranch.
``Estes
são meus últimos Jogos como presidente do COI. Não poderiam ter sido melhores.
Portanto, estou orgulhoso e feliz em proclamar que vocês presenciaram
os melhores Jogos Olímpicos já realizados'', disse ele no Stadium Austrália
(Olímpico), diante de 110 mil espectadores e mais de 7 mil atletas.
Samaranch
seguiu a tradição dos jogos e convocou a juventude mundial a juntar-se
novamente nos próximos Jogos, que serão realizados daqui a quatro anos
em Atenas, berço das Olimpíadas.
É
tradicional que, ao encerrar as Olimpíadas, o COI as qualifique como ``as
melhores de todos os tempos''. Mas isso não aconteceu com os Jogos de
Atlanta, em 1996, que teve problemas de organização e um atentado a bomba.
A
festa começou por volta das 6h deste domingo (horário de Brasília) com
alguns números musicais. Logo depois, os atletas, sem qualquer ordem ou
trajes de gala, entraram no gramado do estádio e se confraternizaram.
Diversos
números musicais, acompanhados de alegorias retratando símbolos da Austrália
(surfe, danças de salão etc) foram apresentados no Estádio Olímpico.
Bandas
pop, como Midnight Oil, INXS e Men at Work dividiram os aplausos do público
com a modelo Elly McPherson, as drag queens do filme “Priscila, a Rainha
do Deserto” e até com Crocodilo Dundee. De quebra, outra criação australiana,
as Bananas de Pijama, arrancaram aplausos do público.
Quadro
de Medalhas do Brasil em Sydney
| Brasil |
|
|
|
| Natação
- Revez. 4 x 100 livre |
0 |
0 |
1 |
| Judô
- Categoria Leve |
0 |
1 |
0 |
| Judô
- Categoria Peso Médio |
0 |
1 |
0 |
| Vôlei
de Praia - Feminino |
0 |
1 |
1 |
| Vôlei
de Praia - Masculino |
0 |
1 |
0 |
| Hipismo
- Por Equipes Masc. |
0 |
0 |
1 |
| Iatismo
- Classe Laser |
0 |
1 |
0 |
| Iatismo
- Classe Star |
0 |
0 |
1 |
| Vôlei
Feminino |
0 |
0 |
1 |
| Basquete
Feminino |
0 |
0 |
1 |
| Atletismo
Masc. - Revez. 4 x 100 |
0 |
1 |
0 |
| Total |
0 |
6 |
6 |
Atenas
- 2004
Realizada sob o medo do terrorismo,
a 28ª Olimpíada da era Moderna, a primeira realizada após os fatídicos
ataques de 11 de Setembro nos EUA, foi a que mais se preocupou com
segurança na história. Formam gastos US$ 1,5 bilhão com segurança,
nada menos do que cinco vezes o valor de Sydney-2000.
Os Jogos, no entanto, correram em tranqüilidade. As hostilidades em
relação aos norte-americanos, em grande parte devido à invasão do
Iraque, ficaram restritas a vaias de torcedores.
No aspecto esportivo, a Olimpíada viu a ameaça chinesa aos EUA. Com
32 medalhas, os asiáticos, que vão organizar os Jogos de 2008, em
Pequim, ficaram em segundo no quadro, três conquistas atrás dos norte-americanos,
e jogaram os russos para o terceiro lugar. Outra surpresa também veio
da Ásia. O Japão pulou dez posições no quadro e apareceu em quinto,
com 16 ouros --contra apenas cinco quatro anos antes.
Com sua maior delegação na história, com 247 atletas, o Brasil viu
também seu melhor desempenho, com o recorde de quatro ouros, ultrapassando
o feito de Atlanta-96 (três). Em total de medalhas, no entanto, houve
retrocesso pela segunda vez seguida: foram dez, contra 12 em Sydney
e 15 em Atlanta.
Na capital grega, o Brasil fez cinco novos bicampeões olímpicos,
que se juntaram a Adhemar Ferreira da Silva, até então o único. Conquistaram
o segundo ouro Torben Grael e Marcelo Ferreira, Robert Scheidt, Giovane
e Maurício. Torben se tornou também o maior atleta olímpico do Brasil,
com dois ouros, uma prata e dois bronzes.
MICHAEL
PHELPS
O nadador
Michael Phelps não conseguiu superar os sete ouros de Mark Spitz,
mas ganhou oito medalhas, seis delas de ouro (100 m e 200 m borboleta,
200 m e 400 m medley e 4 x 100 m medley e 4 x 200 m livre). Também
somou dois bronzes.
DESEMPENHO
BRASILEIRO
Marcelo
Ferreira e Torben Grael foram campeões na classe star e conquistaram
um dos quatro ouros do país em Atenas. Os outros foram com o velejador
Robert Scheidt, a dupla de vôlei de praia Ricardo e Emanuel e a seleção
masculina de vôlei.
CURIOSIDADES
- O
atirador Matthew Emmons liderava a carabina três posições 50 m,
quando fez uma trapalhada. No último tiro, o americano acabou
acertando o alvo de um vizinho, o austríaco Christian Planner.
O erro tirou suas chances de medalha e deu o bronze a Planner.
- Na
Grécia, a vela se tornou o esporte mais vencedor do Brasil em
Olimpíadas. A modalidade trouxe dois ouros --Robert Scheidt (classe
laser) e Torben Grael/Marcelo Ferreira (star)-- e chegou a 14
pódios na história, à frente de atletismo (13) e do judô (12).
- Pela
primeira vez, a China terminou na segunda posição no quadro de
medalhas a apenas três ouros dos EUA. Os chineses ganharam 32
ouros, 17 pratas e 14 bronzes, contra 35 ouros, 39 pratas e 29
bronzes dos EUA. A Rússia terminou em terceiro (27 ouros).
- A
canoísta alemã Birgit Fischer, 42, ganhou nos Jogos gregos seu
oitavo ouro (soma também quatro pratas) na história e ficou a
apenas um de igualar a marca da ginasta Larissa Latynina (URSS),
que detém o recorde entre as mulheres de nove títulos olímpicos.
- A
jogadora Janeth se consolidou como a maior cestinha das Olimpíadas.
A ala atingiu na Grécia a marca de 535 pontos, mas não conseguiu
ajudar o Brasil a ganhar outra medalha no basquete --a equipe
terminou em quarto após perder a decisão do bronze para a Rússia.
- Porta-bandeira
da equipe, o velejador Torben Grael conquistou seu segundo ouro
em Atenas, na classe star, e se tornou o atleta olímpico brasileiro
de maior sucesso da história. Ele possui na carreira cinco pódios
(dois ouros, uma prata e dois bronzes).
- Na
disputa da maratona, um espectador, o ex-padre irlandês Cornelius
Horan, entrou na pista e derrubou o brasileiro Vanderlei Cordeiro
de Lima, quando ele liderava a prova. O maratonista brasileiro
acabou terminando a prova em terceiro lugar.
- Após
conquistar apenas um ouro em Sydney-2000 --halterofilista colombiana
María Isabel Urrutia--, a América do Sul fez sua melhor campanha
na história em Atenas. Além dos quatro ouros do Brasil, a Argentina
e o Chile conquistaram dois títulos cada um.
- A
Argentina quebrou um jejum de 52 anos que não ganhava um ouro
olímpico. De quebra, em Atenas, faturou dois: ganhou os títulos
nos torneios masculino de basquete e de futebol. No basquete,
foi responsável pela eliminação dos EUA nas semifinais.
Quadro
de medalhas
|
Ranking
|
Países |
|
|
|
Total |
| 1º |
Estados
Unidos |
35 |
39 |
29 |
103 |
|
2º |
China |
32 |
17 |
14 |
63 |
|
3º |
Rússia |
27 |
27 |
38 |
92 |
|
4º |
Austrália |
17 |
16 |
16 |
49 |
|
5º |
Japão |
16 |
9 |
12 |
37 |
|
6º |
Alemanha |
14 |
16 |
18 |
48 |
|
7º |
França |
11 |
9 |
13 |
33 |
|
8º |
Itália |
10 |
11 |
11 |
32 |
|
9º |
Coréia
do Sul |
9 |
12 |
9 |
30 |
|
10º |
Grã-Bretanha |
9 |
9 |
12 |
30 |
|
11º |
Cuba |
9 |
7 |
11 |
27 |
|
12º |
Ucrânia |
9 |
5 |
9 |
23 |
|
13º |
Hungria |
8 |
6 |
3 |
17 |
|
14º |
Romênia |
8 |
5 |
6 |
19 |
|
15º |
Grécia |
6 |
6 |
4 |
16 |
|
16º |
Noruega |
5 |
0 |
1 |
6 |
|
17º |
Holanda |
4 |
9 |
9 |
22 |
|
18º |
Brasil |
4 |
3 |
3 |
10 |
|
19º |
Suécia |
4 |
1 |
2 |
7 |
|
20º |
Espanha |
3 |
11 |
5 |
19 |
|
21º |
Canadá |
3 |
6 |
3 |
12 |
|
22º |
Turquia |
3 |
3 |
4 |
10 |
|
23º |
Polônia |
3 |
2 |
5 |
10 |
|
24º |
Nova
Zelândia |
3 |
2 |
0 |
5 |
|
25º |
Tailândia |
3 |
1 |
4 |
8 |
|
26º |
Bielorrússia |
2 |
6 |
7 |
15 |
|
27º |
Áustria |
2 |
4 |
1 |
7 |
|
28º |
Etiópia |
2 |
3 |
2 |
7 |
|
29º |
Eslováquia |
2 |
2 |
2 |
6 |
|
30º |
Irã |
2 |
2 |
2 |
6 |
|
31º |
Taiwan |
2 |
2 |
1 |
5 |
|
32º |
Geórgia |
2 |
2 |
0 |
4 |
|
33º |
Bulgária |
2 |
1 |
9 |
12 |
|
34º |
Jamaica |
2 |
1 |
2 |
5 |
|
35º |
Uzbequistão |
2 |
1 |
2 |
5 |
|
36º |
Marrocos |
2 |
1 |
0 |
3 |
|
37º |
Dinamarca |
2 |
0 |
6 |
8 |
|
38º |
Argentina |
2 |
0 |
4 |
6 |
|
39º |
Chile |
2 |
0 |
1 |
3 |
|
40º |
Cazaquistão |
1 |
4 |
3 |
8 |
|
41º |
Quênia |
1 |
4 |
2 |
7 |
|
42º |
República
Tcheca |
1 |
3 |
4 |
8 |
|
43º |
África
do Sul |
1 |
3 |
2 |
6 |
|
44º |
Croácia |
1 |
2 |
2 |
5 |
|
45º |
Lituânia |
1 |
2 |
0 |
3 |
|
46º |
Egito |
1 |
1 |
3 |
5 |
|
47º |
Suíça |
1 |
1 |
3 |
5 |
|
48º |
Indonésia |
1 |
1 |
2 |
4 |
|
49º |
Zimbabue |
1 |
1 |
1 |
3 |
|
50º |
Azerbaijão |
1 |
0 |
4 |
5 |
|
51º |
Bélgica |
1 |
0 |
2 |
3 |
|
52º |
Bahamas |
1 |
0 |
1 |
2 |
|
53º |
Israel |
1 |
0 |
1 |
2 |
|
54º |
Camarões |
1 |
0 |
0 |
1 |
|
55º |
Emirados
Árabes |
1 |
0 |
0 |
1 |
|
56º |
Irlanda |
1 |
0 |
0 |
1 |
|
57º |
República
Dominicana |
1 |
0 |
0 |
1 |
|
58º |
Coréia
do Norte |
0 |
4 |
1 |
5 |
|
59º |
Letônia |
0 |
4 |
0 |
4 |
|
60º |
México |
0 |
3 |
1 |
4 |
|
61º |
Portugal |
0 |
2 |
1 |
3 |
|
62º |
Finlândia |
0 |
2 |
0 |
2 |
|
63º |
Sérvia
e Montenegro |
0 |
2 |
0 |
2 |
|
64º |
Eslovênia |
0 |
1 |
3 |
4 |
|
65º |
Estônia |
0 |
1 |
2 |
3 |
|
66º |
Hong
Kong |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
67º |
Índia |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
68º |
Paraguai |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
69º |
Nigéria |
0 |
0 |
2 |
2 |
|
70º |
Venezuela |
0 |
0 |
2 |
2 |
|
71º |
Colômbia |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
72º |
Eritréia |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
73º |
Mongólia |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
74º |
Síria |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
75º |
Trinidad
e Tobago |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
76º |
Afeganistão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
77º |
Albânia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
78º |
Andorra |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
79º |
Angola |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
80º |
Antigua
e Barbuda |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
81º |
Antilhas
Holandesas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
82º |
Arábia
Saudita |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
83º |
Argélia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
84º |
Armênia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
85º |
Aruba |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
86º |
Bahrein |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
87º |
Bangladesh |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
88º |
Barbados |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
89º |
Belize |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
90º |
Bermudas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
91º |
Bolivia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
92º |
Bósnia
Herzegovina |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
93º |
Botsuana |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
94º |
Brunei |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
95º |
Burkina
Faso |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
96º |
Burundi |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
97º |
Cabo
Verde |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
98º |
Camboja |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
99º |
Catar |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
100º |
Chipre |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
101º |
Cingapura |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
102º |
Congo |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
103º |
Costa
do Marfim |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
104º |
Costa
Rica |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
105º |
Djibuti |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
106º |
Dominica |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
107º |
El
Salvador |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
108º |
Equador |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
109º |
Fiji |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
110º |
Filipinas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
111º |
Gabão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
112º |
Gâmbia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
113º |
Gana |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
114º |
Granada |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
115º |
Guam |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
116º |
Guatemala |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
117º |
Guiana |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
118º |
Guiné |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
119º |
Guiné
Equatorial |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
120º |
Guiné-Bissau |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
121º |
Haiti |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
122º |
Honduras |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
123º |
Iêmen |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
124º |
Ilhas
Cayman |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
125º |
Ilhas
Comores |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
126º |
Ilhas
Cook |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
127º |
Ilhas
Maurício |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
128º |
Ilhas
Salomão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
129º |
Ilhas
Virgens |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
130º |
Ilhas
Virgens Britânicas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
131º |
Iraque |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
132º |
Islândia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
133º |
Jordânia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
134º |
Kiribati |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
135º |
Kuwait |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
136º |
Laos |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
137º |
Lesoto |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
138º |
Líbano |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
139º |
Libéria |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
140º |
Líbia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
141º |
Liechtenstein |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
142º |
Luxemburgo |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
143º |
Macedônia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
144º |
Madagascar |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
145º |
Malásia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
146º |
Malaui |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
147º |
Maldivas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
148º |
Mali |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
149º |
Malta |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
150º |
Mauritânia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
151º |
Moçambique |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
152º |
Moldávia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
153º |
Mônaco |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
154º |
Myanmar |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
155º |
Namíbia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
156º |
Nauru |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
157º |
Nepal |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
158º |
Nicarágua |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
159º |
Níger |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
160º |
Omã |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
161º |
Palau |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
162º |
Palestina |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
163º |
Panamá |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
164º |
Papua-Nova
Guiné |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
165º |
Paquistão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
166º |
Peru |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
167º |
Porto
Rico |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
168º |
Rep.
Centro-Africana |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
169º |
Rep.
Democrática do Congo |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
170º |
Ruanda |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
171º |
S.
Vicente e Granadivas |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
172º |
Samoa |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
173º |
Samoa
Americana |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
174º |
San
Marino |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
175º |
Santa
Lúcia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
176º |
São
Cristovão e Neves |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
177º |
São
Tomé e Príncipe |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
178º |
Senegal |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
179º |
Serra
Leoa |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
180º |
Seychelles |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
181º |
Somália |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
182º |
Sri
Lanka |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
183º |
Suazilândia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
184º |
Sudão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
185º |
Suriname |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
186º |
Tadjiquistão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
187º |
Tanzânia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
188º |
Tchad |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
189º |
Timor-Leste |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
190º |
Togo |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
191º |
Tonga |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
192º |
Tunísia |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
193º |
Turcomenistão |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
194º |
Uganda |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
195º |
Uruguai |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
196º |
Vanuatu |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
197º |
Vietnã |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
198º |
Zâmbia |
0 |
0 |
0 |
0 |
Símbolos
de todas as Olimpíadas
Topo
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